OLD SCHOOL

Broken Sword: The Shadow Of The Templars

«Paris. Um jovem sentado numa bela esplanada de café. Troca de olhares com a empregada, um sorriso recebido. Pensamentos de romance no ar, interrompidos por um estranho palhaço. Ele entra no café tão depressa quanto sai. Algo não está certo, afinal tinha… KABOOOM! Uma explosão manda o café pelos ares. Ao controlo do jogador fica o jovem sobrevivente que, ao invés de dar graças a Deus por sair ileso da violenta explosão, sente o dever de investigar a origem do atentado.

Coragem rara e desculpa perfeita para dar inicio a este grande jogo de aventura que atravessará meio mundo, ao mesmo tempo que remexe numa infinidade de segredos e conspirações em volta da Ordem dos Templários. E tudo ao bom velho estilo point & click com o rato a servir de fiel companheiro, desde a navegação pelos cenários à resolução de variados e desafiantes puzzles».

Lê mais na Smash! 12, de Abril.

Super Mario Land

«Nasceu como carpinteiro, rapidamente virou canalizador e, em diversas circunstâncias, mostrou ser um valente piloto, não de karts mas (muito antes disso) de submarinos e aviões. Estranho? Assim é Super Mario Land.

Este jogo foi um dos títulos de lançamento para a GameBoy original e, a par de Tetris, tornou-se num dos jogos mais bem-sucedidos para a consola portátil com mais de 14 milhões de unidades vendidas em todo o mundo. Nesta aventura inspirada em Super Mario Bros. da NES, o herói perde as cores vivas da velhinha Nintendo para um clássico “preto e branco a cair para o esverdeado”, e o objectivo é resgatar a princesa Daisy das mãos de um extraterrestre conhecido como Tatanga.

Super Mario Land oferece um novo mundo para explorar, composto por quatro reinos de três níveis cada um. Todos eles estão relacionados com mistérios aparentemente extraterrestres, dignos da série “Twilight Zone” com alusões às pirâmides do Egipto, O.V.N.I.S. ou até mesmo aos Moais da ilha de Páscoa».

Lê mais na Smash! 11, de Março.

Tetris

«Tetris é o videojogo mais jogado de sempre. Desde o ano do seu lançamento, 1986, este bizarro mas simples e terrivelmente viciante jogo tem sido convertido para quase todos os formatos conhecidos e vendeu largas dezenas de milhões de cópias. A loucura foi planetária. Tetris foi jogado por todos em todo o lado (quantas Game Boy foram vendidas à sua custa?) e provou que os videojogos não eram um vício exclusivo de crianças e adolescentes com óculos e borbulhas».

Lê mais na Smash! 10, de Fevereiro.

Tomb Raider

«Tomb Raider foi um fenómeno. Não só em vendas, mas nos próprios pontos de venda da Sega, onde grupos de jovens se amontoavam e jogavam a demo até à exaustão nos expositores da consola, ao ponto de serem expulsos pelos donos das lojas de modo a darem espaço à clientela. Um jogo descaradamente inspirado no design de Prince Of Persia, com os seus engenhosos puzzles e clássicas armadilhas, e que, no entanto, ousou apostar numa heroína assumidamente criada para agradar os homens, mas sem qualquer necessidade deles para sobreviver».

Lê mais na Smash! 9, de Janeiro.

EARTHWORM JIM

«O humor sempre foi uma espécie rara nos videojogos. Basta pensar nos primórdios da indústria e na sua rápida aposta em títulos de acção focados na sobrevivência através da destruição. Felizmente, devido à evolução gráfica, começaram a surgir algumas caras amigáveis apelando ao sorriso dos jogadores nos mais diversos géneros. Uma delas fez a sua estreia na Mega Drive, num jogo de plataformas e humor delirante baptizado de Earthworm Jim».

Lê mais na Smash! 8, de Dezembro.

CRASH BANDICOOT

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«Não é difícil dizer o nome da mascote da Sega ou reconhecer a cara da Nintendo. Mas se vos perguntassem pela figura mais emblemática da primeira PlayStation, qual seria a vossa resposta? A resposta mais consensual é, sem dúvida, Crash Bandicoot. O herói do jogo com o mesmo nome e que, ao lado de Mario 64, foi um dos pioneiros na incursão dos jogos de acção pelos universos 3D. E embora não o tenha feito com a mestria e originalidade de Mario, a fórmula para o sucesso estava lá. Uma jogabilidade “única” com níveis similares a túneis, uma boa dose de humor e, acima de tudo, sair na consola certa na altura certa».

Lê mais na Smash! 7, de Novembro.

DOOM

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«Resumir Doom a um jogo condimentado a doses maciças de sangue é dizer pouco. Sim, foi aquela imensidão de pixéis avermelhados a razão de espanto e algum encanto, mas será difícil esquecer a revolução gráfica da altura, com uma aproximação ao 3D nunca antes vista e o afirmar de um género que acabaria por definir toda uma geração».

Lê mais na Smash! 6, de Outubro.


ALEX KIDD IN MIRACLE WORLD

AlexKidd

«Quando a Sega ainda estava a limar as pontas aguça­das de um tal ouriço azul, já havia um forte candidato a mascote da empresa: chamava-se Alex Kidd. Tratava-se de um simpático herói criado para a Master System de modo a rivalizar com a Nintendo e o seu doce vírus, diagnosticado como Super Mario Bros. Tarefa nada fácil pois embora a Sega tivesse um sistema mais avançado e a ganhar forte presença nas arcadas, fal­hava na lista de jogos disponíveis. Era preciso uma sé­rie de nomes sonantes, adaptações de obras em voga como filmes e séries de televisão mas, acima de tudo, uma figura que num olhar fizesse lembrar entreteni­mento, videojogos e Sega».

Lê mais na Smash! 5, de Setembro.


FINAL FIGHT

final+fight

«É no último ano da badalada década de 80 que George Bush (pai) chega à Casa Branca, o muro de Berlim cai e estudantes chineses são massacrados pelo seu próprio exército. São Francisco sofre um terrível terramoto, os Guns N’ Roses atingem o estrelato, Salvador Dali morre e nasce a freguesia de Zambujeira do Mar, essa mesma, onde vamos curtir o Festival Sudoeste. É nesta estranha realidade que surge nos salões de jogos Final Fight, um magnífico “tareia-neles” em 2D, criado pelos génios que já nos tinham oferecido Street Fighter 2».

Lê mais na Smash! 3, de Junho.


MONKEY ISLAND

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«Um herói bem-intencionado mas desastrado, piratas fantasmagóricos, maldições, ilhas misteriosas, uma aventureira determinada que escapa aos moldes da donzela em apuros e muito humor. Parece familiar? Não falamos da trilogia cinematográfica “Pirates Of The Caribbean” mas sim de Monkey Island, uma série de aventuras criadas pela LucasArts durante a década de 90. É verdade, muitos não sabem mas a saga piratesca de Jack Sparrow e companhia, pela mão da Disney, tem mais do que algumas semelhanças com a série criada por Ron Gilbert».

Lê mais na Smash! 2, de Maio.


SONIC THE HEDGEHOG

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«De todas as rivalidades nascidas entre videojogos, a mais fratricida foi, talvez, a que nasceu entre Sonic e Mario. A batalha entre os dois não foi apenas travada no terreno da popularidade e do amor-próprio de cada um. Em causa estava a luta pelo domínio do mercado por parte da Sega e Nintendo. As duas mascotes foram as rainhas de uma partida de xadrez que se prolongou por quase meia dúzia de anos».

Lê o mais na Smash! 1, de Abril.

2 responses to “OLD SCHOOL

  1. darkflagster

    =/ o Video foi removido =(

  2. David.Cristiano

    na Smash! Nº11 na secção do Old School podia ser sobre o Ace Ventura…

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