Smash!: uma perspectiva diferente

José Antunes, um dos fundadores da revista Mega Score, escreveu no seu site um texto espectacular sobre a revista Smash! e não só.

«Esta Smash cheira-me à mesma emoção da Zorro da minha meninice. Foi com alguma ansiedade que corri com as compras do supermercado até casa, para, com o meu filho mais novo, devorarmos as páginas».

Cliquem na imagem e leiam tudo até ao fim. Acreditem que vale mesmo a pena…

Até Já!🙂

8 responses to “Smash!: uma perspectiva diferente

  1. Kudos para o José Antunes. Saudade pelos tempos da Mega Score, até ao nível da fundação quando descobri a revista na terceira edição (que tinha na capa a chegada da Plasytation a Portugal) e que acabei por pedir as primeiríssimas. E é detentor de um estilo de escrita que se tornou uma das minhas referências. Não sabia do sítio dele nem que continuava a escrever. Entrou já para a minha lista dos favoritos.
    Na apreciação ao comentário do José Antunes, bem como à primeira edição da Smash!, a reacção imediata é que foi como descobrir a primeira Mega Score, cheia de boas surpresas. Dá gosto começar a percorrer as páginas, mais maleáveis, e a folha de papel mais próxima da folha de jornal, ou revista de jornal dá, sinto isso, uma grande proximidade com o leitor. Continuem e venham mais edições.

  2. Tenho de confessar que, quando vi a Hype anunciar a sua última edição fiquei um pouco triste. Como refere José Antunes no seu artigo, foi ver o tapete desaparecer por debaixo do pés de algo que eu achava brilhante. Como ávido jogador que sou, fiquei contente por receber a notícia de que nem tudo estava mal com os jogadores do nosso país. Ainda há alguém que luta por eles e ao lado deles.
    Durante algum tempo também eu tentei lançar algo para as entranhas da internet em formato e-Magazine, mas o nosso país é pouco dado a leituras e colaborações. Falo porque o sei. Sou consumidor e assumo-o. Adoro ler e o meu background em comunicação social traz-me sempre a vontade de voltar a pegar num editor de texto e desatar a debitar.
    Por ter sentido o fracasso na pele, fico feliz por ver pessoas como o Jorge Vieira ou o Rui Parreira (que trabalhava que nem um louco a escrever artigos para o PTGamers) a não bater o pé e a não desistir, porque nós estamos por cá e lutamos com vocês para que estes projectos possam durar muito tempo.
    Que prevaleça a vontade.
    Sim, a resposta à pergunta é sim, já comprei a minha SMASH!

  3. revistasmash

    Olá Cyanide, é esse o espírito. Games to the people.

    Abraço🙂

  4. opaiscinzentoblogspotcom

    Três bicas e umas pastilhas

    Se fumasse, poderia fazer a inevitável comparação com o preço de um maço de tabaco, mas como não é o caso, ocorreu-me esta relação. É uma pechincha, irresistível, um negócio da China, ou não fosse a capa o GTA Chinatown Wars… Mas vendo além do preço, Smash é acima de tudo uma boa revista; feita por entendidos, com bases de comparação, honestidade profissional e um estilo de escrita moderno, desenvolto e divertido q.b.
    À semelhança de alguns membros da vossa equipa, eu também passei pela MegaScore, integrei a primeiríssima equipa… Perdi conta aos dias em que saí a correr do meu trabalho para apanhar o autocarro para a Amadora. Desse tempo, guardo boas recordações, a de fazer parte de um projecto pioneiro, outras nem por isso…
    Adiante, para finalizar, vou massajar-vos o ego mais um pouco ao dizer que adorei a Smash! Já a recomendei a amigos e fico à espera dos próximos números.
    Abraços,
    PF

  5. revistasmash

    Olá PF, obrigado pelo ego boost.🙂

    Estiveste na génese disto tudo… Respect!

  6. Confesso que não vi a primeira edição. Esgotou? Fizeram poucas? Não se vende na “Papelaria Ursinho” onde costumo comprar as revistas com gajas nuas? Não sei. Só ontem à conversa com o José Antunes é que fiquei a saber tudo.
    Por todas as razões e mais algumas, este é um projecto que está perto do meu coração e que certamente irei acompanhar. Fico à espera do número 2 e fica uma pergunta no ar: onde posso encontrar o número 1?
    Um abraço a todo o pessoal,
    António Eduardo Marques

  7. revistasmash

    Olá António, ilustre figura old school do jornalismo de videojogos (e não só) nacional.

    Temos informação de que o número 1 (12000) esgotou em imensos sítios, mas ainda não temos os números de vendas. Se quiseres receber o número 1, envia-nos um email com a tua morada.🙂

    Abraço da redacção

  8. Eu enviava, mas não encontro o vosso contacto em lado algum. Estou a ficar velho e (ainda mais) miope ou não não existe mesmo tal coisa por aqui?
    Anyway, já têm link para aqui no meu blog! http://techhoje.blogspot.com.

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